sábado, 19 de agosto de 2017

ANTÔNIO DE PÁDUA APRESENTA PACTO PELA VIDA PARA NOVOS PROMOTORES

Antônio de Pádua apresenta Pacto pela Vida para novos promotores
Chefes das operativas da SDS também participaram do debate sobre Segurança Pública
O secretário de Defesa Social, Antônio de Pádua, proferiu, na manhã desta sexta-feira (18/08), uma palestra sobre o Pacto pela Vida para os novos promotores de justiça do Estado, que estão participando do curso de formação de ingresso ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE).
O evento, realizado pela Escola Superior do Ministério Público (ESMP), ainda contou com a presença da corregedora geral da Secretaria de Defesa Social (SDS), Carla Cunha; do chefe da Polícia Civil, Joselito Kehrle; do subcomandante da Polícia Militar, Coronel André Cavalcanti; do subcomandante do Corpo de Bombeiros, coronel Marcílio Rossini; e da gerente da Polícia Científica, Sandra Santos.
Em sua apresentação, o secretário defendeu o Pacto pela Vida e apresentou números e conquistas obtidos pelo programa estadual nos últimos dez anos, assim como abordou a importância da integração das forças para o enfrentamento da violência. “Só este ano, nós já fizemos mais de 13 mil prisões. Foram mais de mil homicidas presos em Pernambuco. É um volume expressivo. Mas não adianta só o enfrentamento. São necessárias diversas outras ações para conseguirmos baixar esses índices em Pernambuco e no Brasil. E, nesse âmbito, cada um tem o seu papel, o Estado, o município, a União e os demais poderes, como a justiça e o Ministério Público”, comentou Pádua.
Ainda durante o encontro, a corregedora geral da SDS, aproveitou a oportunidade para apresentar o trabalho da Corregedoria. Também abordou seu planejamento para o órgão, que assumiu no mês de julho, assim como a importância do diálogo com o Ministério Público. “Acho que essa é uma oportunidade única de apresentar a SDS, explicar nossa estrutura e dar esse primeiro de integração e respeito entre as instituições, que é fundamental para a melhora dos nossos trabalhos e para a sociedade”, completou.
Atuando em instituições que trabalham bem próximas do Ministério Público, os chefes da Polícia Civil, Joselito Kehrle, e da Polícia Científica, Sandra Santos, falaram sobre o trabalho conjunto. “Sempre precisaremos ter o diálogo e o apoio. Principalmente quando trabalhamos em operações de repressão qualificada, com o intuito desmanchar grandes quadrilhas, o que pode levar de seis meses a um ano. E precisamos do apoio dos promotores em todo esse processo”, explicou Kehrle.
“Foi uma oportunidade para apresentar o nosso trabalho. Mostrar a importância do trabalho desenvolvido por nossas equipes, principalmente no sentido de levantar provas sólidas e robustas, com o intuito de fortalecer os casos dos promotores”, finalizou a gerente da Polícia Científica, Sandra Santos.

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