sábado, 19 de agosto de 2017

Brasil melhora distribuição de renda no 2º trimestre


Segundo Meirelles, a economia do Brasil está reagindo e o País voltará a crescer de forma sustentável
Com a redução do desemprego e a queda da inflação, a distribuição de renda melhorou no segundo trimestre do ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o Índice de Gini da renda domiciliar per capita do trabalho passou de 0,5901 para 0,5875.
O Índice de Gini ajuda a medir a desigualdade, e varia de zero a um. Semelhante a um termômetro, quanto mais perto de zero, mais igual é a renda entre pobres e ricos de determinada região ou país. Os dados da pesquisa mostram que essa diferença diminuiu.
Para o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, a criação de empregos por quatro meses seguidos produziu esses efeitos favoráveis. “É o primeiro sinal positivo, desde 2014, de queda de desigualdade na renda entre ricos e pobres”, afirmou o ministro no Twitter.
O melhor desempenho da economia e a consequente redução da desigualdade são reflexos de medidas econômicas adotadas pelo governo para reorganizar a economia, como o teto dos gastos públicos e outras ações que tentam tornar o Brasil mais eficiente. 
Fim da recessão
Meirelles ainda relatou o quanto a economia evoluiu. “Há dois anos vivíamos uma recessão com inflação e juros altos. Hoje, a inflação e os juros estão em queda e a recessão ficou para trás”, avaliou. “A economia do Brasil está reagindo e o País voltará a crescer de forma sustentável”, observou.
Fonte: Portal Brasil, com informações da FGV e do Ministério da Fazenda

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